Dia Mundial da Fotografia

E hoje, 19 de agosto, é o dia mundial da fotografia. Pelo menos é isso que sugerem os “trending topics” do twitter. Então, vou aproveitar que eu “trabalhei” esse fim de semana e postar algumas fotos novas.

O que fazer quando você já foi a algum lugar muitas vezes e não sabe mais o que fotografar? Comece dando mais atenção aos detalhes…

Ou então redescubra o que você achava que já conhecia totalmente. Explore novos ângulos e novas técnicas…

Mesmo assim, acho que não quero mais voltar à praia das fontes e morro branco (por um bom tempo). Tá na hora de eleger um outro lugar padrão pra levar nossos convidados.

Fotografe!

Galeria – Bumba-meu-boi

O enredo da festa do Bumba-meu-boi resgata uma história típica das relações sociais e econômicas da região durante o período colonial, marcadas pela monocultura, criação extensiva de gado e escravidão. Numa fazenda de gado, Pai Francisco mata um boi de estimação de seu senhor para satisfazer o desejo de sua esposa grávida, Mãe Catirina, que quer comer língua. Quando descobre o sumiço do animal, o senhor fica furioso e, após investigar entre seus escravos e índios, descobre o autor do crime e obriga Pai Francisco a trazer o boi de volta. Coquitéis e curandeiros são convocados para salvar o escravo e, quando o boi ressuscita urrando, todos participam de uma enorme festa para comemorar o milagre. (fonte: Wikipedia)

É essa a história que cada grupo de bumba-meu-boi (de um jeito ou de outro) conta nas suas apresentações. As fotos abaixo são de uma apresentação do Boi de Morros, sotaque de orquestra, no Arraial da Lagoa em junho de 2011.

Esse é apenas um tipo de bumba-meu-boi, dos muitos existentes, do Maranhão. Existem outros muito mais autênticos, por assim dizer, que não contam com índias e índios malhados e selecionados, mas sim com pessoas das comunidades/cidades de onde são os bois e que fazem suas próprias fantasias.

Tenho o projeto pessoal de um dia fazer um registro muito mais completo do São joão do Maranhão, fotografando vários grupos diferentes, culminando com o encontro de bois no bairro do João Paulo no dia de São Marçal, que acontece a mais de 80 anos e marca o fim dos festejos juninos. Será que um dia acontece?

Até a próxima.

Buenos Aires – Galeria Tango II

Continuando a Galeria Tango I, publico o restante das fotos tiradas nesse dia. Enjoy:

Valeu tiazona monocromática!

Pra quem gosta de fotografia: usei, pra maioria dessas fotos, uma objetiva 55-250mm f/4-5.6. Com isso procurei registrar os detalhes, e também retirar da composição os muitos objetos indesejáveis, como mesas, copos, comidas e cotovelos adiposos (o que NÃO consegui na 10ª foto…). Usei ISO alto o suficiente pra não precisar de flash, mas mantive a velocidade baixa pra não congelar o movimento dos dançarinos. Gostei do resultado.

Buenos Aires – Galeria Tango I

Quase tudo o que tem pra ver e fazer em Buenos Aires você provavelmente consegue ver e fazer igual ou melhor em alguma cidade do Brasil. Até mesmo o famoso sorvete de doce de leite do Freddo já ouvi dizer que tem melhor na 50 sabores da Beira-mar (a confirmar, hehehe). Mas se eles têm alguma coisa da qual podem se orgulhar é a Copa roubada de 78 o gol de mão em 86 a costeleta do Carlos Menem o tango.

Aliás, você sabia que incialmente o tango era dançado por dois homens (fonte: wikipedia)? Isso explica muita coisa, não?

Enfim, como não quisemos pagar nenhuma fortuna nos megalomaníacos shows de tango da cidade, no segundo dia de viagem pudemos assistir “gratuitamente” a pequenos shows de tango e também de gauchos (sem acento), nos restaurantes de La Boca. É realmente muito bonito de se ver.

Dança típica
Os músicos
Os músicos
O cantor (bom!)
Trabalho infantil na Argentina, tsc, tsc, tsc
Gauchos meio afeminados machões
pai e filho
O tango!
Hipnotizante!
Hipnotizante!

Pra não ficar muito longo, publicarei uma Galeria Tango II com o restante das fotos.