Nova York – Dia 10 – Final

No nosso último dia em Nova York não nos obrigamos a nenhum programa complicado ou cansativo, até porque já estávamos um pouco cansados de ficar longe de casa (duas semanas parece ser o limite natural), mas aproveitamos pra resolver algumas pendências.

Primeiro fomos até a B&H Photo Video, porque eu pretendia trocar minha lente recém comprada (pela internet) por uma outra. Quis o destino que a troca não desse certo, mas a visita serviu pra “matar saudades”. A B&H é o paraíso de qualquer fotógrafo profissional ou amador, e eu fortemente recomendo que você visite (eles vendem muitas outras coisas além de câmeras). Tem inclusive suporte em português!

De lá fomos novamente até a Grand Central Terminal pra comprar o tão sonhado IPhone da Tati, e eu aproveitei pra tirar fotos um pouco melhores que as da primeira vez, quando tava com fome demais pra pensar direito 🙂

Grand Central Terminal

Grand Central Terminal

A próxima parada do dia foi o Bryant Park. Já tínhamos passado por ele de relance num dos dias anteriores, mas eu queria voltar pra tirar fotos. Nele há uma estátua de José Bonifácio de Andrada e Silva, um dos patriarcas da independência (eu também não sabia), um presente do Brasil aos EUA, e bem em frente à praça, na rua 42, fica uma bela agência do Banco do Brasil, também com atendimento em português.

Bryant Park

Bryant Park

Bryant Park

Bryant Park

40st com 5th ave

Cumprida essa missão, voltamos pro hotel, não sem antes fazer as últimas das últimas compras no caminho, e fomos descansar para o programa da noite. Uma das tias da Tati iria nos buscar no hotel pra encontrar um casal de amigos dela que mora em Manhattan, pra conhecermos as baladas do Meatpacking District.

Guiados pelos locais, foi possível conhecer lugares que dificilmente teríamos coragem de entrar na noite da Big Apple. Passamos por lugares em que os seguranças decidem quem é cool o suficiente pra entrar no club, nos contaram histórias de lugares que não cobram entrada, mas colocam uma garrafa de vodka em cima da mesa e te cobram 500 dólares por ela depois. De repente, paramos na frente de um pequeno prédio aparentemente sem movimento, e então um cara nos abriu passagem para o basement (porão) do local, onde tava rolando muita música, como se fosse uma boite.

Depois de o segurança implicar com meu sapato, que não era “social”, terminamos entrando numa balada (me sinto esquisito usando esse termo…) no rooftop bar do Hotel Gansevoort ali perto, com bela vista de New Jersey. Não paga nada pra entrar, mas eles levam todo o seu dinheiro em bebidas. Tem que ter muita grana pra fazer esse tipo de programa em NYC regularmente…

Foi um bom desfecho pra nossa viagem. Uma experiência bem, digamos, autêntica. O dia seguinte foi só de preparativos pra volta. Não vou detalhar o stress com as malas pra não estragar o clima, mas brasileiros sempre devem passar por esse tipo de perrengue quando voltam dos EUA (carregados, se é que me entendem).

Ah sim, o mapa do último dia, com mais 4,9km pra conta:

Nos 10 dias que passamos lá andamos à pé cerca de 42,4 km!
Essa foi a nossa Maratona de Nova York.

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