Nova York – Dia 04

Depois de dois dias de caminhadas estafantes (aqui e aqui), nos demos um dia com ritmo mais tranquilo. Acordamos tarde e saímos, dessa vez debaixo de um certo frio, direto pra almoçar no Olive Garden da Times Square. Geralmente não é recomendável comer na Times Square porque os preços são mais altos, mas nesse caso arriscamos por comodidade/preguiça.

Vista do Olive Garden


Do almoço fomos (sempre caminhando) até o Rockefeller Center, (entre 49st e 51st, 5ª ave e Avenue of the Americas), que é uma espécie de complexo de prédios e lojas, e que nessa época do ano ainda tinha um rinque de patinação no gelo.

Rockefeller Center

Rockefeller Center

Rockefeller Center

Lá também fica o Top of the Rock, um deck de observação (no 70º andar do prédio) de onde se tem a melhor vista de Manhattan, e onde incrivelmente não fomos porque a Tati não quis! Como eu já tinha subido lá em 2009, e depois da lição aprendida na pedra furada de Jericoacoara (não vou explicar), não insisti pra subir dessa vez. Vejam as fotos de 2009 e digam quem perdeu…

Vista do Top of the Rock

Vista do Top of the Rock

Vista do Top of the Rock

Ninguém se animou pra patinar no gelo, então seguimos até a Catedral de St. Patrick, na 5ª avenida, onde tiramos algumas fotos e saímos rapidamente (tava rolando uma missa na hora), pra depois ir até a loja de brinquedos FAO Schwarz (ao lado da famosa loja da Apple da 5ª avenida) pra resolver uma encomenda.

Catedral de St. Patrick

Catedral de St. Patrick

Catedral de St. Patrick

Pegamos o caminho de volta, e nos assustamos com o repentino bloqueio da rua onde caminhávamos. Suv’s pretas pararam o trânsito e alguma celebridade que não faço ideia de quem seja deve ter saído de um deles, enquanto um pequeno grupo de fãs gritava estericamente por ele ou ela. Seguimos nosso caminho como se nada estivesse acontecendo, como bons novaiorquinos que somos, rá!

Radio City Music Hall

À noite tínhamos ingressos para assistir ao musical O Rei Leão, comprados antecipadamente pela internet. Existe a possibilidade de conseguir ingressos até pela metade do preço se você deixar pra comprar em uma das cabines da TKTS, mas isso só funciona pros espetáculos que têm ingressos sobrando, o que nunca é o caso de O Rei Leão, por isso paguei o preço cheio (e caro).

Foi nossa primeira vez vendo um musical na broadway, e ao final da primeira cena Tati já decretou empolgada que tinha valido cada centavo. Eu esperei mais, mas no final concordei com ela, e valeu a pena o trabalho que tive pra garimpar ingressos com preços pagáveis em lugares com uma boa visão do palco. Sim, existe esse tipo de informação, por teatro da Broadway, na web: aqui!

foto de:Brinkenhoff Mogenburg fonte: http://switch-online.com.sg/on/a-roar-of-extravaganza/

Depois de mais de 2 horas de musical (achei que é muito tempo), botamos a cara na rua sob um frio congelante de 2°, com sensação térmica de frigorífico! No desespero, entramos no primeiro Mc Donald’s do caminho pra comer alguma coisa, e os hambúrgueres aqueceram minhas mãos enquanto corria pro hotel debaixo de uma friaca miserável. E assim acabou o 4º dia.

Opa, só 4km percorridos nesse dia!

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