Nova York – Dia 03

Depois da supercaminhada do dia anterior, nosso terceiro dia em Manhattan nos reservava… uma supercaminhada pelo parque do Ibirapuera Central Park!

Acordamos um pouco mais tarde (o que virou o padrão da viagem) e seguimos pela oitava avenida no sentido uptown (norte). Entramos no parque por Columbus Circle (rotatória da Aguanambi deles), e de cara já ficamos um pouco decepcionados, porque acho que o Central Park não podia estar “menos bonito”. Nem flores de primavera, nem folhas de outono, nem neve de inverno, só os galhos secos e pelados das árvores.

Central Park


Assim mesmo começamos a nos embrenhar pelo parque, e aos poucos ele ia ficando mais interessante. Se não havia atrativos naturais suficientes, a quantidade de pessoas (não só turistas) circulando pelo parque era uma atração à parte. Imagine que você mora em NYC e já encarou uns dois meses e meio de inverno, e eis que amanhece fazendo 20°C. O que você faz? Corre pro parque! Pelo menos é isso o que eles fazem. Caminham, correm, levam cachorros pra passear, andam de bicicleta, almoçam (!) e sentam na grama (onde já houver grama) pra ler ou apenas tomar sol.

Músico de rua no Central Park

aproveitando o sol no Central Park

camuflado no Central Park

Central Park

“love is in the air” no Central Park

Central Park

Sabendo que o Central Park era gigantesco (ocupa cerca de 6% da ilha de Manhattan), tentei montar nosso roteiro de maneira a conhecer partes dele em dias diferentes, casando com outras atrações que fossemos visitar, então nesse dia ficamos mais na parte sudoeste dele, subindo até a altura da rua 77, onde já fica a esquina do American Museum of Natural History.

Como já eram quase duas da tarde, e ao contrário dos novaiorquinos nós não levamos PF pro Central Park, paramos no primeiro carrinho de comida que vimos e pedimos dois típicos hot dogs. Não faça isso nessa região de Manhattan! Na parte de baixo da ilha você pagará menos da metade do preço.

Depois do “almoço”, entramos no museu. A entrada custa oficialmente 19 dólares, mas esse valor é apenas sugerido. Você pode pagar o quanto quiser pelo ingresso. Eu não vou dizer quanto nós pagamos, mas a senhora no caixa pediu pra eu confirmar o valor como quem diz: “really?”. Pro tempo que passamos lá acho que foi justo 🙂

Saímos do museu já cansados, e começamos o caminho de volta à pé, prometendo pegar o metrô quando a gente não aguentasse mais andar. Ok, eu não aguentava mais andar depois de 5 ruas, mas como a Tati não desistia, não era eu que ia perder pra ela numa caminhada! E assim a gente se arrastou por mais de 30 ruas Manhattan abaixo, parando num Wendy’s no meio do caminho pra repor um pouco da energia gasta.

Confesso que nem lembro se a gente ainda deu as caras fora do hotel nesse dia, depois de tanto andar. Segundo o Google Maps andamos cerca de 6,5km nesse dia, mas eu acho que foi um pouco mais, porque é difícil contabilizar o que andamos dentro do Central Park.

ps1: se você é fã dos Beatles fique ligado porque nesse caminho, mais precisamente na esquina da 72st com a 8ª avenida, fica o edifício Dakota onde morou e na frente do qual foi assassinado John Lennon. Ali perto, já dentro do parque, fica também o Strawberry Fields Memorial, dedicado à Lennon, que acabamos esquecendo de visitar.

ps2: Nesse mesmo caminho dá pra aproveitar pra conhecer o Lincoln Center, que fica na 9th (nesse trecho com o nome Columbus Avenue) entre as ruas 62 e 65, mais ou menos. Não tivemos gás pra passar lá.

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