EUA – a chegada na Georgia

Minha irmã mora em Rome, uma pequena cidade ao norte de Atlanta, no sul dos Estados Unidos. Não sei se eu já disse isso antes aqui, mas nessas horas morar no nordeste torna as coisas muito complicadas, e a nossa viagem de ida envolveu uma conexão em SP e outra (de seis horas) em Miami, antes de embarcarmos para Atlanta. A volta foi ainda pior, mas isso eu conto depois.

Em relação à minha primeira viagem aos EUA (que foi em 2009) os procedimentos de entrada no país foram mais tranquilos, apesar de me pedirem pra explicar (de novo) o que era o meu trabalho aqui no Brasil. Costumo brincar que eles não vão muito com a minha cara porque… eu meio que tenho cara de árabe! Brincando, brincando, sempre rola uma situação estranha comigo, seja um “double-check” no meu passaporte e/ou perguntas adicionais em controles de segurança deles. Mas, como somos os turistas que mais gastam no país deles e além disso compramos a metade dos imóveis de Miami… nos recebem bem melhor que em outros tempos! (só falta seguirem a recomendação da Hillary e nos recebem com um sorriso no rosto!)

Passada a migração (e sempre haverá aquele frio na barriga; culpa deles), ficamos perambulando pelo aeroporto de Miami, esperando a hora do voo pra Atlanta. Eram 6 da manhã e ficamos um tempo considerando a possibilidade de pegar um táxi e fazer um city-tour relâmpago. De repente aquilo faria mudar a minha opinião sobre Miami (não me interesso pela cidade). Como todas as coisas de valor estavam na nossa bagagem de mão, desistimos da ideia.

Resolvemos então parar pra tomar café num restaurante mexicano perto do nosso portão de embarque. (não pergunte, eu nem lembro o porquê da escolha). Bacon and eggs it is, acompanhado de uma budweiser (não seria legal ir de tequila àquela hora…). Pode ser que a mistura de todas essas coisas tenha nos causado um momento de alucinação coletiva, mas eu juro que ouvi tocar no restaurante uma versão de Eguinha Pocotó. Isso sim é globalização!

Depois de mais algumas horas esperando, e mais duas voando, chegamos em Atlanta. De lá, minha irmã nos buscou pra mais uma hora e meia de carro até chegar na casa dela. Julia, você tem que me amar 😉

on the road…

Como eu evito posts muito longos (pelo menos em texto), vou deixar pra falar sobre a nossa estada na Georgia para os próximos (1 ou 2 posts).

Até!

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