Buenos Aires – dia 5 e 6 – Final

Devido a uma complexa e desastrada operação com pontos TAM de quatro pessoas diferentes pra comprar passagens de outras quatro, a Tati acabou com a volta marcada pra um dia antes dos demais. Deus sabe como EU é que gostaria de ter recebido esse prêmio… enfim, por conta disso, no 5º dia em Buenos Aires só tive a manhã livre, porque na hora do almoço iríamos tentar mudar a passagem dela pro dia seguinte, no aeroporto.

Av. del Libertador

Decidimos então conhecer um dos parques de Palermo próximos ao nosso hotel. Fazia muito calor e tinha muita gente aproveitando pra caminhar ou mesmo tomar sol. Não lembro o nome do parque, próximo ao hipódromo, mas lembro que estava lamentavelmente fechado pra manutenção durante todo aquele dia. Ainda assim, dava pra dar a volta nele (como todos estavam fazendo), e no lado oposto havia uma entrada aberta, por onde entramos e ficamos até sermos novamente convidados a sair…

Terminado o passeio, voltamos pro hotel, e de lá fui com a Tati ao aeroporto tentar mudar as passagens, ou acompanhar seu embarque, caso não fosse possível. O problema é que, embora nossa cia aérea fosse a TAM, os funcionários que atendem em Ezeiza são… argentinos. E antes que me digam que estou de marcação com eles, de novo, informo que chegamos lá com sorriso no rosto e toda a educação possível, que foi recompensada, mais uma vez, com atendimento ríspido, indiferença, descaso e, principalmente, não resolvendo o nosso problema.

Antes de voltar, aproveitei pra agendar o translado do dia seguinte com um Remis de lá mesmo, que acabou saindo mais barato que o taxi normal (130 pesos). Voltei pra cidade (Ezeiza é longe pra caramba) usando o serviço de ônibus executivo Tienda Leon. Custa 50 pesos e leva em torno de 45 minutos pra chegar até o seu terminal, próximo a Puerto Madero (foi a impressão que tive). De lá peguei um ônibus de linha normal pra Palermo, depois de pedir informação (meio desencontrada) nas bancas de revista. Atenção: o preço varia dependendo de onde você vai descer, e só aceitam moedas.

Perdi o resto da tarde nesse deslocamento, e a falta de ânimo só me permitiu aguardar ansiosamente pelo dia seguinte, quando eu conheceria um dos melhores lugares da Argentina: o terminal de embarque internacional Sério, fora a alegria de voltar para o melhor país do mundo, o freeshop deles é sensacional!

Limpei bem as solas dos sapatos e embarquei. Nunca digo nunca, pretendo voltar à Argentina, sim. Todos falam bem de Bariloche, e a Patagônia também me interessa muito. Mas vou tentar chegar em ambos via Chile!

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Um comentário sobre “Buenos Aires – dia 5 e 6 – Final

  1. Valéria disse:

    Oi Ronaldo!
    Para falar a verdade e não dizer que você está com marcação com os argentinos, já tivemos no aeroporto um episódio muito desagradável, com a gol, na nossa primeira viagem. Daí deixamos de voar gol, você não tem com quem reclamar, é pior do que a Tam. Os atendentes super antipáticos, beirando a imbecilidade, meu cunhado explodiu. Ficamos 12horas no aeroporto, no final eles da gol compraram nossas passagens pela tam, erámos sete, você precisava ver o pacote de dinheiro que eles usaram para pagar nossas passagens, só assim voltamos depois de muita confusão, uem não fez foi de ônibus para Córdoba, já pensou? Mas este parque é lindo, em algumas fotos (lindas) parece o Jardim Japonês.
    Abraço

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