Buenos Aires – dia 1 – Palermo

Depois de uma longa viagem (quem mora no nordeste sofre nessas horas) chegamos a Buenos Aires. A entrada no país foi bem tranquila. Brasileiros pegam a fila para Argentinos e Mercosul. Éramos quatro e um de nós foi apenas com a identidade e não teve problemas. Mas tem que ser o RG, porque a CNH não é aceita, é bom lembrar.

Seguindo as dicas do grande guru do turismo no Brasil, levei apenas reais pra trocar diretamente no Banco Nacion, que oferece boa cotação para nossa moeda ($2,34 na época). Existe um posto de câmbio desse banco logo após o raio-x de bagagens já no desembarque internacional.

Depois do câmbio pegamos um remis, que é uma espécie de taxi mais seguro que os comuns, e que aceita cartão de crédito. Se você já leu um pouco sobre turismo em Buenos Aires já deve saber que deve tomar cuidado com o golpe da nota falsa nos taxis portenhos. Você paga a corrida com uma nota alta (100), o cara mistura ao dinheiro dele e depois te devolve avisando que você deu a ele uma nota falsa, quando está acontecendo justamente o contrário. Fique ligado!

Chegando ao hotel fizemos o check-in, mas não podíamos entrar no apartamento porque ainda não estava liberado. Pacientes e bem-humorados, deixamos as malas na recepção e fomos almoçar. Diferente do hotel, lá nos atenderam muito bem, mas é melhor não se acostumar…

Voltamos do almoço e nada de liberarem o quarto. Só depois de levar um esporro da Tati, a única que realmente falava espanhol (eu sou fluente somente após a segunda taça…), o hotel nos permitiu entrar, já às 15:30h. Começamos bem, não que eu esperasse outra coisa…

À noite demos um passeio pela feirinha e pelos bares da calle Honduras, em Palermo mesmo. Interessante e relativamente seguro.

Artesanato local
Artesanato local
Artesanato local

Depois de olhar a feirinha, escolhemos ao acaso um dos muitos bares e restaurantes do local pra fazer um lanche (e provar uma Quilmes). O movimento ainda era fraco, e foi aumentando à medida que ficava mais tarde. No dia seguinte perceberíamos que, talvez por conta disso, a cidade também acorda mais tarde que o normal.

Nos sentamos no local escolhido, e quando Tati se preparava para fazer nosso pedido foi interrompida pela garçonete, que pediu, com a característica meiguice argentina, que primeiro nós cumprimentássemos ela para depois fazer o pedido, porque ela já tinha nos cumprimentado três vezes. Mesmo sem termos visto tantos “hola que tal” atendemos à exigência e depois pedimos nossas empanadas.

Já consigo ouvir vozes dizendo que “ela estava certa e só cobrou educação”. Tá de sacanagem? Se fosse no Brasil você provavelmente devolveria o esporro em dobro, viraria a mesa em cima do(a) abusado(a) e depois iria embora reclamando em voz alta. Mas com os argentinos vamos agir pianinho, né? Foi o que fizemos e mantivemos o bom humor. Esses caras não vão estragar minhas férias 😉

E esse foi nosso primeiro dia em BsAs.
Até.

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6 comentários sobre “Buenos Aires – dia 1 – Palermo

  1. Valéria disse:

    Oi Ronaldo!
    Eles são mesmo abusados!
    Já fomos a Buenos Aires e você está descrevendo tal qual, só o câmbio que fizemos no Meridian, um banco na Florida, muito bom também! Mas tivemos mais sorte principalmente com a recepção no hotel.

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