Europa – dia 16 (Mind the gap, please)

Era o nosso último dia “útil” em Londres e haveria um milhão de coisas pra conhecer na cidade, mas não haveria tempo, claro. Fizemos uma lista (mental), compramos um TravelCard de um dia e partimos para o metrô. Se você comprar apenas um bilhete avulso, ele custará 4,5 libras (cada!). Já um TravelCard válido para viagens ilimitadas num único dia nos custou 5,6 libras (cada). Bem mais justo e fica a dica.

Andamos tanto de metrô nesse dia que eu me pegava repitindo sozinho o “mind the gap, please” repetido a cada estação. Por isso o título do post, já que foi nesse dia que realmente aprendemos a usar o enorme, antigo, clássico e muito completo metrô de Londres. Como eles estão reformando a malha ferroviária, algumas linhas não estavam funcionando, mas sempre havia uma rota alternativa bem sinalizada.

Outra coisa que gostei muito no metrô de Londres foram os artistas que se apresentavam nos corredores de algumas estações, que achei talentosos (pra artistas de rua) e de bom gosto (o que significa: gosto parecido com o meu!). Um deles estava tocando “girl from Ipanema“. Como não simpatizar com essa cidade?

Mas, indo ao que interessa, decidimos experimentar o rink de patinação no gelo aberto em frente ao Museu de História Natural. Os “museófilos” que me perdoem mais uma vez, mas nem entramos no dito cujo. A ideia era ter uma experiência diferente da que estamos acostumados. E, sim, we suck na patinação no gelo (ou em qualquer outra superfície, no meu caso).

ah, um desse já me ajudava… 

muitas famílias no local 

carrossel ao lado do ice rink

Uma hora e muitos tombos depois, saímos de lá em direção à Tower Bridge, umas das pontes mais famosas de Londres (eu acho), pelo menos é o que sugeria a horda de turistas que estava atravessando ela à pé. No final das contas me impressionei mais com os prédios modernos da vizinhança do que com a ponte em si.

skyline modernoso de Londres

Tower Bridge

Tower Bridge

A essa altura já era hora do almoço e ainda tínhamos um compromisso “obrigatório”. Ainda não tínhamos ido ao museu de cera Madame Tussauds, cujos ingressos tínhamos comprado num combo da London Eye. Decidimos seguir pra lá e almoçar nas redondezas. O chato foi que escolhemos a pior birosca da região pra comer, porque resolvemos fazer um lanche mais fast-food. Não dá pra ganhar sempre… pelo menos foi barato!

Daniel Craig (Sean Connery na penumbra)

Robert Plant

Bob Marley

Pra mim, o ponto alto da visita ao Madame Tussauds é o “trenzinho” que a gente pega no final, com os vagões em formato de black cab, num trajeto contando a história de Londres. Muito legal de ver, mas eu não tenho fotos. Às vezes você tem que escolher se quer viver o momento ou fotografá-lo. Nem sempre dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

De lá fomos novamente à Piccadilly Circus, porque faltava comprar uns souvenirs e queríamos jantar no Friday’s, o que não rolou porque tava lotado, mas conseguimos um outro bom lugar pra comer e gastar as últimas libras que trocamos no primeiro dia.

Feito tudo isso fomos dormir, porque o dia seguinte seria bem longo. Um trem para Paris, um avião para São Paulo e outro pra Fortaleza. Mas no último post dessa série eu conto como ainda aproveitamos até os últimos momentos a melhor viagem de nossas vidas (até agora)!

Até.

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3 comentários sobre “Europa – dia 16 (Mind the gap, please)

  1. Valéria disse:

    Oi Ronaldo!
    Meu marido reclama porque eu quero conhecer tudo que é museu, mas esse eu não teria perdido, é maravilhoso! É compreensível a opção afinal para nós nordestinos(moro em Natal e sou cearense), gelo, neve é tudo novidade!Suas fotos como sempre perfeitas!

  2. infourseasons disse:

    Realmente, tenho que concordar com Valeria. rsrsrs, tambem nao teria perdido o museu! Principalmente pra levar tombo em pista de patinacao! (eu tambem sou pessima!! O Josh me deixa no chinelo!! Mas ele era jogador de hockey, entao nao é nem justo comparar).

    Mas isso é bom, mais uma desculpa pra visitar Londres novamente! há, tu nem queria né?

    E tu tá certíssimo em relação a viver o momento ao invés de só fotografar. Eu tenho problemas com isso! Muito difícil decidir! hahah
    Da próxima vez pendura uma câmera no pescoço e filma! 🙂

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