Europa – dia 07 (Strasbourg)

Ok, eu planejei muito bem uma viagem pra Europa por conta própria e tava me sentindo o cidadão do mundo. Tava tudo muito bom e tudo muito fácil, mas agora é que o roteiro (e minha confiança na internet) ia começar a ser colocado à prova de verdade. Tínhamos que fazer checkout no hotel bem cedinho e chegar na Gare de l’Est a tempo de pegar um trem bala às 8:24h para Strasbourg, comprado com meses de antecedência.

Pela primeira vez pedimos que a recepção do hotel nos chamasse um taxi, e pra nossa surpresa o carro já chegou com cerca de 10 euros no taxímetro. Não sei se é regra lá, mas mesmo assim me senti roubado, e preferimos não discutir o assunto usando nosso parco francês. Sem problemas, porque chegamos no horário e ainda deu tempo de tomar um chocolate quente enquanto procurávamos a plataforma.

É tudo muito organizado, como era de se esperar, mas a plataforma de onde o trem vai partir só aparece nos monitores da estação faltando poucos minutos para o embarque. Dá uma certa aflição quando você está cheio de bagagens pra carregar. Mais uma vez, deu tudo certo e embarcamos.

Como disse no final do post anterior, agora começaria uma parte mais corrida da viagem, passando apenas um dia em Strasbourg, pra depois pegar outro trem pra Heidelberg, já na Alemanha. Por isso decidi reservar um hotel que fosse perto da Gare (a estação de trem), pra ganhar tempo, no caso o Ibis Strasbourg Centre Gare. Muito simples e muito barato, do jeito que imaginei.

Deixamos nossas malas no hotel e fomos conhecer a cidade, à partir de dicas do centro de turismo (sempre tem um perto das estações de trem). Andamos um bocado à procura da catedral da cidade, que é muito imponente, mas difícil de tirar fotos por falta de espaço.

 Strasbourg

a França e seus carrinhos… 

a Catedral, meio complicada de enquadrar

O legal da cidade são suas inúmeras pontes e a arquitetura de origem alemã, pois a região já foi alvo de disputa entre os dois países, e talvez a melhor forma de conhecê-la (rapidamente) seja fazendo um passeio de barco, e foi o que fizemos. Infelizmente o barco era fechado por uma redoma de vidro e prejudicou 99% das fotos que tirei. Ouvi dizer que existem passeios em barcos abertos, mas não vimos. Interessante é que eles fornecem fones de ouvido pra um áudio-guia disponível em trocentos idiomas diferentes, inclusive esperanto, mas sem o português! Dá bem a medida da importância de Portugal pra Europa, mas isso já é outro assunto…

cores de outono – mais uma 

 ruas de Strasbourg

canais de Strasbourg

 ainda havia algum traço das greves que ocorreram nas semanas anteriores

restaurante em Strasbourg 

da janela do hotel

E assim acabou nosso dia em Strasbourg. A Tati esperava mais, mas eu até que achei a cidade simpática. Jantamos e fomos dormir, porque no dia seguinte começaria a parte germânica da nossa aventura. Será que a gente ia entender alguma coisa na terra do Vettel (Schumacher já era…)?
Aguarde e confie…

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